sábado, 13 de março de 2010

Não podemos ter um ao outro como se fôssemos meros objetos. Isso é uma comparação fria demais para designar ou comentar o nosso amor. Por sentimento e por opção, sou totalmente sua. Corpo e alma. De maneira que não há espaço vago, não há ninguém que possa simplesmente chegar e ocupar lugar significativo em meu coração. Aqui é você quem está, e parece que veio para ficar!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Reações da Vida

Sua irritação não solucionará problema algum
Sua contrariedade não alterará o sistema das coisas
Seu mau humor não modificará para melhor sua vida
Sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre bons e maus
Suas reclamações jamais acrescentarão aos outros
uma gota de simpatia por você
Por que tanta preocupação com a vida?
Você jamais conseguirá sair vivo dela
Amar a vida enobrece a alma
Por isso sorria para ela
Sempre...
(Léo Sarmento)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

... E à noite, em meio ao sono, através de sonhos, eis que a insegurança reinou por algum tempo...
E mesmo assim, gostaria de expressar, de modo singelo, o quanto sinto. Não saberia descrever... Mas assim... Eu gosto um tanto de você!
Tranquila, tranquila.
Assim seja!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Caraaaaaaaaaaamba! Minha cabeça está focada em um sem-número de pendências. Será que alguém consegue entender isso?! Consegueria entender que no momento em que eu tive um pouco de descanso e, triste, realmente triste por estar vendo "a realidade", a qual também pode ser atribuido o substantivo "correria", fui até lá conversar a respeito "daquilo". E tive uma resposta à minha pergunta. Aceitei-a sem nenhum problema, afinal, nem sequer o assunto me pareceu problema a mais à lista... A questão é que, de volta à correria, eis que me chamam e me pedem um favor em relação a um "sim" que, até aquele momento, pensava ser um "não". Chateação... Algo do tipo "Onde está a sensibilidade em relação à realidade?". E, depois da minha reação não agradável, pensei pouco mais a respeito... E lembrei-me que, além de não estar apta a julgamentos, não sou a favor dos mesmos (Alguém aqui não tem teto de vidro?!). Parceria, irmandade, confiança e, inevitáveis, desentendimentos!
... Mais conversa, mais cobrança, mais julgamentos, mais raiva, ... Uma pitada de impassividade!Assim seja!

domingo, 15 de novembro de 2009

Sua ausência me faz agonizar... Sua lembrança me deixa sem ar... O "não estamos lá tão bem" me deixa down, muito, mais muitos, down!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

(In) Perfeição

Quando você me disse "eu fui", eu fiquei sem ar, sem palavras, com um nó na garganta e úmidade no olhos...
... E aquele coração ficou em carne viva... Porque um qualquer lhe disse que algo estava errado... Porque sua outra metade, que deveria provar o contrário, só lhe agregou mais medo, mais tristeza, mais dor...
E a agonia que insiste em se estender em grau e em tempo destroi e machuca!
Ferido coração, não se sabe o que pode ser feito para amenizar sua dor... A agonia é parasita e não quer deixá-lo...
Lágrimas, se prometerem esvaziar e tranquilizar o coração, caiam com prazer! Caso contrário, estejam dispostas a lutar contra sua dona!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Conversa não recíproca?! Acho que não. Quem sabe interesse não recíproco.
Eis que estou aqui e sinto-me deslocada. Afinal poderia fazer além de estar conectada naquele programa esperando palavras alheias?! Não que isso não tenha importância, não mesmo. Mas a sensação não é a de estou tendo êxito no objetivo: Comunicação. Parei no Testando Canal (ou Função Fática).
Uff

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Eu não quero acreditar. Eu consigo, mas não quero. Simples assim: Não quero acreditar que ela se foi!!
Não quero acreditar também que não fui lá ver o seu corpo frio e sem vida. E não quero acreditar que ela não acordou dizendo "- Gente, eu estou viva! Eu sobrevivi".
Minha cabeça prefere repassar os momentos que tivemos juntas, as vezes em que rimos, que discutimos pontos de vista, que falamos mal do colega ao lado e o quanto fulano tinha mudado.
Eu não quero acreditar que depois de tanto sofrimento por alguém que eu nem tinha lá tanta intimidade, estou sofrendo pouco mais.
Eu não quero. Não quero me obrigar a pensar no que tem depois disso. Depois dessa fase (fase mesmo?!): A Morte!
Morte, morte, morte, moras ao lado e não sabe dar avisos!!
Nas últimas vezes que a vi, ela estava me elogiando. Dizia: "- Nossa, como você está bonita. Mudada! Quero um amor desses também!!".
Sério, alguém tem alguma palavra que amenize essa dor?! Porque agora ela está mais próxima. Está aqui. E eu sinto medo. Outra vez, quero não pensar que pode acontecer outra vez. Melhor: Acontecerá outra vez! Não sei quando, não sei quem. Mas vai doer.
E hoje, que estou ferida, não quis impedir que esse líquido salgado rolasse por meu rosto.
Homenagem a Ana Rodrigues, estudante de administração que faleceu ontem, depois de quase um mês em coma.

sábado, 19 de setembro de 2009

A vida é


Sozinha (ou quase). Relativo. Há pessoas aqui, mas é como se estivesse só, pois mesmo mantendo a comunicação, não há sintonia de ideias, de sentimentos. Há coincidência, não sintonia.
É estranho aceitar que tudo pode acabar num estalar de dedos. Algo do tipo: Você dá um tchau para seu irmão que às 7:00 da noite vai, com um amigo, a uma boate. Então, às 2:00 da manhã, alguém liga para sua casa avisando que ele morreu num acidente de carro. E mais: Se usasse o cinto de segurança ou se não estivesse bêbado guiando o carro, poderia estar vivo. Estranho, não?!
Mas é assim, triste. Acabou. Rápido como o ponto seguinte. E ninguém se preparou. Ninguém está preparado. E não há preparação. Particularmente, não há nem mesmo aceitação.
Talvez haja até modelos para amenizar certas dores. Entretanto eles não funcionam 100%. E a dor não dará paz. Estará sempre ali, ainda que caia num breve esquecimento, esperando sua atenção. E é assim. A vida é.
"Nascer, crescer, se reproduzir, morrer."
Sinceramente, espero que haja algo por trás disso.
(Esse texto é uma homenagem a Breno Pinheiro Madureira, universitário de 19 anos, que faleceu semana passada num acidente de carro)

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Debilitada e sentindo a saudade que voltava a invadi-la como se as comportas de uma represa tivessem sido abertas, levantou-se atrás de uma melhora. Em sua cabeça, as obrigações bailavam e bailavam; Tentava-se ainda ignorar tais.
Andando em círculos num curto espaço, buscou algo maior. Algo que pudesse fazer com que aqueles sentimentos excessivos fluissem calmamente.
Um lugar mais arejado, um quintal. Aquele pôr-de-sol foi diferente. Uma respiração funda, uma lembrança.
Paz