Mostrando postagens com marcador Assim Seja. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Assim Seja. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Meu bem, meu bem.
Os dias não têm sido fáceis. A luta não tem sido simples. E a perseverança segue. E a esperança tapa, na medida do possível, o medo. E a dúvida ainda faz estremecer, ...
Meu bem,
Meus olhos têm se deleitado. Minhas mãos têm encontrado outras para repousar. Meus sorrisos têm tido receptor...
Meu bem,
Hoje eu brindo à vida, às dificuldades, às superações. Hoje eu brindo a tudo que estamos sujeitos pelo só viver!
Afinal, a vida é!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O que sentia mudou!

A felicidade hoje cumprimentou-me da maneira mais sutil possível: um beijo! Quem dera tivesse parado por aí, quem dera não tivesse me acordado do sonho. A realidade ficou mais palpável. Felicidade trouxe consigo o desapego. E também um novo desejo. Disse-me: Diga adeus ao conto. Seja bem vinda à realidade.
Aqui, o meu muito obrigada!

domingo, 17 de outubro de 2010

Busco uma válvula de escape
Sinto-me sufocada e isso é pra já
Já não aguento
Já não resisto
Logo, logo eu explodo
Busco minha válvula de escape
Seja em letras
Seja em atos
Quero apenas evitar estragos
Evitar desperdício
Bendito arrependimento
Sinto-me feliz por sentir-me forte
Sinto-me fraca ao não ser
Como devo, como quero, como detesto
Boazinha
Quietinha
Santinha
Menininha
Seu anjo!
Nada sou, tudo sou
Canso-me das diversas de mim
Canso-me de mim
E busco
Paz
E busco
Amor

sábado, 9 de outubro de 2010

É incrível. A maneira como as nuvens vão chegando devagar e subitamente já estás no céu. Logo, o refrigério vai sendo substituído por um leve calor até que te vês no inferno. Nu e cru, real e dolorido, como a verdade. Então, como Adão e Deus, uma mão em direção a tua estende-se oferecendo ajuda. Aceitas e te arrependes. Nua e cruamente, dói mais uma vez. Dor, arrependimento e remorso.
Qual ingrediente mais seria necessário para fazer culminar a vontade de desistir?!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

(Re) Aprendendo a amar

"Tempo, tempo, tempo. Quão poderoso és. Capaz foste de tornar dois corações companheiros de jornada, capaz foste de torná-los um, capaz foste de fazê-los se repelirem."
Analisando os fatos e sendo crítica como costume, consigo encontrar respostas e ainda me confundir. Dói olhar-me ao espelho e ver que não estou sendo quem eu presumi que seria, quem eu planejei ser. Dói conscientizar-me de que fui fraca, cedi às provocações. Dói ser minha pior inimiga, lutar constantemente, ficar neste duelo que tanto fere: Perdoar ou não perdoar?! Juro a mim mesma por vezes que tentei esquecer. Juro que tentei e sigo tentando relevar apenas aquilo que é verdadeiramente significativo. A questão é que há cicatrizes em mim e há também feridas abertas. Nessas, é comum receber perturbações exteriores, interiores e do próprio causador. É comum e dói, muito.
Não é simples acordar e dizer a si mesmo: "-Hoje acordei com o pé direito, logo, serei feliz com meu presente." Não é simples achar que eu posso, como mágica, arrancar todo o meu amor próprio e aceitar a tudo com cabeça baixa. Não é simples.
O que o amor faria agora?!
Já acredito que o melhor caminho é aquele em que os nossos não coincidirão. Enfim, amo-o bastante para continuar com esse estrago mútuo.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Dê-me tempo


Verá que sou capaz de secar todas estas lágrimas
Verá ainda que eu não me abalo por muito tempo
Será intenso, porém curto
Afinal é como digo
A vida é e continua!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Nadar conta maré

Eu via que a nossa passividade justificava a frieza. Os dias não estavam fáceis. Atenção era necessário. Eu pedia, pedia. Tentava a todo custo lhe transmitir a minha preocupação. Houve conversas, houve más interpretações...
Percebi que a transparência não era o forte. E eu pedia verdade, mas só ganhava omissão. E se fosse novidade... Como se não bastasse, veio a sacanagem. A ignorância, a zombação. Virei chacota, ou palhaço de circo, sendo o motivo de todas as gargalhadas.
Desde muito tenho me atentado a isso... E é verdadeiramente uma pena saber que você não pôde me entender.
A da vez é: Prove do seu veneno.