segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Conversa não recíproca?! Acho que não. Quem sabe interesse não recíproco.
Eis que estou aqui e sinto-me deslocada. Afinal poderia fazer além de estar conectada naquele programa esperando palavras alheias?! Não que isso não tenha importância, não mesmo. Mas a sensação não é a de estou tendo êxito no objetivo: Comunicação. Parei no Testando Canal (ou Função Fática).
Uff

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Eu não quero acreditar. Eu consigo, mas não quero. Simples assim: Não quero acreditar que ela se foi!!
Não quero acreditar também que não fui lá ver o seu corpo frio e sem vida. E não quero acreditar que ela não acordou dizendo "- Gente, eu estou viva! Eu sobrevivi".
Minha cabeça prefere repassar os momentos que tivemos juntas, as vezes em que rimos, que discutimos pontos de vista, que falamos mal do colega ao lado e o quanto fulano tinha mudado.
Eu não quero acreditar que depois de tanto sofrimento por alguém que eu nem tinha lá tanta intimidade, estou sofrendo pouco mais.
Eu não quero. Não quero me obrigar a pensar no que tem depois disso. Depois dessa fase (fase mesmo?!): A Morte!
Morte, morte, morte, moras ao lado e não sabe dar avisos!!
Nas últimas vezes que a vi, ela estava me elogiando. Dizia: "- Nossa, como você está bonita. Mudada! Quero um amor desses também!!".
Sério, alguém tem alguma palavra que amenize essa dor?! Porque agora ela está mais próxima. Está aqui. E eu sinto medo. Outra vez, quero não pensar que pode acontecer outra vez. Melhor: Acontecerá outra vez! Não sei quando, não sei quem. Mas vai doer.
E hoje, que estou ferida, não quis impedir que esse líquido salgado rolasse por meu rosto.
Homenagem a Ana Rodrigues, estudante de administração que faleceu ontem, depois de quase um mês em coma.

sábado, 19 de setembro de 2009

A vida é


Sozinha (ou quase). Relativo. Há pessoas aqui, mas é como se estivesse só, pois mesmo mantendo a comunicação, não há sintonia de ideias, de sentimentos. Há coincidência, não sintonia.
É estranho aceitar que tudo pode acabar num estalar de dedos. Algo do tipo: Você dá um tchau para seu irmão que às 7:00 da noite vai, com um amigo, a uma boate. Então, às 2:00 da manhã, alguém liga para sua casa avisando que ele morreu num acidente de carro. E mais: Se usasse o cinto de segurança ou se não estivesse bêbado guiando o carro, poderia estar vivo. Estranho, não?!
Mas é assim, triste. Acabou. Rápido como o ponto seguinte. E ninguém se preparou. Ninguém está preparado. E não há preparação. Particularmente, não há nem mesmo aceitação.
Talvez haja até modelos para amenizar certas dores. Entretanto eles não funcionam 100%. E a dor não dará paz. Estará sempre ali, ainda que caia num breve esquecimento, esperando sua atenção. E é assim. A vida é.
"Nascer, crescer, se reproduzir, morrer."
Sinceramente, espero que haja algo por trás disso.
(Esse texto é uma homenagem a Breno Pinheiro Madureira, universitário de 19 anos, que faleceu semana passada num acidente de carro)

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Debilitada e sentindo a saudade que voltava a invadi-la como se as comportas de uma represa tivessem sido abertas, levantou-se atrás de uma melhora. Em sua cabeça, as obrigações bailavam e bailavam; Tentava-se ainda ignorar tais.
Andando em círculos num curto espaço, buscou algo maior. Algo que pudesse fazer com que aqueles sentimentos excessivos fluissem calmamente.
Um lugar mais arejado, um quintal. Aquele pôr-de-sol foi diferente. Uma respiração funda, uma lembrança.
Paz

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Como começar. (Interrogação)
É mais fácil pensar quando escuta-se algo que se aproxima do nada.
É muito fácil lamentar a interrupção... E pegando o bonde, lamentar o erro também.
Ah! Lembrei-me do que gostaria de escrever: Ouvi em algum lugar que é quando menos merecemos que mais precisamos de carinho.
Seria isso tortura a mais ao magoado?!
Seria justo o bem do mau?!
(Mama, oh mama, oh mama. Quero ser seu, quero ser seu, quero ser seu, papá)
Generalizando o pessoal, quando cientes de culpa, anela-se o conforto do perdão e atitudes de piedade.
Seria isso atentado a mais contra aquele coração?! Egoísmo?!
Ou não?!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Amor, amor. Quão grande é minha vontade de estar ao seu lado. De, com meus braços cercando seu pescoço, poder beijar e acariciar-lhe os lábios. Lábios esses ... Me seduzem... Me encaminham a uma sensação que até então desconhecia...
Uuuuhhh... Êxtase, prazer. Uh!
Quisera poder expressar ao menos parcela do que sinto através de palavras. Pudera tais fazerem jus ao que sinto.
Amor, meu amor, eu o desejo!

domingo, 23 de agosto de 2009

Lentamente fui me esvaindo. Sim, as forças se esvaiam, os ânimos se esvaiam. E para a tristeza daqueles que chegavam perto de mim, eu transpunha tudo o que sentia. Sim, o verbo está no passado pois logo percebi o quão maldosa era tal conduta. Mudanças são necessárias.
Eis-me aqui lutando por um sentimento melhor.
- Amor!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Nossa, quão agoniante é o contato dos pés descalços com esse chão frio e empoeirado. Quão difícil é aceitar e relevar. Aceitar que a questão em jogo é "ser descartável", da maneira mais perojativa possível, e relevar palavras mal calculadas que sairam daquela boca que adoro.

Descaso ou descuido?! Realmente não sei!

Cena 1: Deseja-se uma máquina do tempo, pois a mesma seria capaz de evitar tal erro.

Cena 2: Como reação, incredulidade, descrença, repugnância em crer.

Cena 3: Um pedido, o perdão.

Cena 4: Silêncio vagamente preenchido por defesas que, por sua vez, deram espaço ao espírito compreensivo do ofendido.

Cena 5: Tentativa de tranquilização, cujos resultados são desconhecidos.

sexta-feira, 10 de julho de 2009


Num banco de ônibus, à tarde, quase noite, em meio a beijos, uma disputa fora travada. A palavra dela contra a dele. Verdades contraditórias. Mentira, a quem pertences?! A mágoa, que até ali estivera oculta, acabara de vir à tona. Subjetividade.
Não! Por favor! O que foi?! Nada! Por favor!
Foi dito: O melhor já está sendo feito. Fazes-me feliz.
Nó na garganta. Nó em tudo. Cabeça e ideias.
Tristeza e arrependimento nela.
Para ela, incógnita nele.
Mais um pensamento a ser calado. Orgulho, por que o fazes?!
E ela, por uma repetida vez, suplicava-lhe, ainda que em silêncio, perdão.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Acordar com o pé direito

O Sol está brilhando mais, as nuvens estão se formando em belos desenhos, os pássaros estão cantando e eu também quero cantar. Dias tão belos fazem toda a diferença no nosso interior e no que exteriorizamos.
Ontem, antes de ir dormir, fiquei mentalizando o quão bom seria o dia seguinte, fiz planos e promessas. Consegui, ainda bem, muito do que planejei. Sorri mais, tranquilizei-me mais, deliciei-me com a adrenalina, cuidei da minha alimentação (Nossa, como isso é difícil!!) e pus meu corpo em movimento. O reflexo dessas pequenas atitudes foi um bem-estar imenso e os ânimos em alta.
Eu acredito na força do pensamento. Para quem anda precisando de energias positivas, aconselho tentar relaxar por alguns minutos. Tomar um banho, deitar-se na cama, respirar fundo várias vezes e, nesse clima de paz, colocar a mente e o corpo em harmonia. Comigo funciona!
Um grande beijo e uma ótima semana a todos!